segunda-feira, novembro 1

E a dor que corta o meu peito, aparece depois do medo.

Medo de não conseguir ver você, ao meu lado.

A dor que dá vontade de rasgar a garganta

Para nunca mais pronunciar seu nome.

Querer e nada fazer,

Pedir algo a quem não me ouve,

Sair para ir a lugar algum

E assim também infecunda é

A minha fidelidade a esse sentimento.

Mas sempre e sempre serei fiel!

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